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Carteira Bitcoin Online: Aprenda Como Funciona e Quais utilizar

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Qual a melhor carteira de Bitcoin online?

Qual a melhor carteira de Bitcoin online? submitted by mateusti to BitcoinBrasil [link] [comments]

Amigos que não trabalham e estão sempre com um novo "esquema" pra conseguir dinheiro

Fala galera, vim relatar uma experiência que tem se tornado mais comum no meu ciclo social ao longo dos anos. Não sei se é uma coisa da minha região, da minha geração ou dos tempos atuais, mas tem ficado cada vez mais nítido pra mim e me incomodado cada vez mais.
Tem uma galera da minha idade (20-25 anos) que se recusa a trabalhar e fica inventando formas alternativas de ganhar dinheiro que, não necessariamente são ilegais ou fadadas a falhar, mas que parecem sempre ser só uma fase que claramente não vai levar a lugar nenhum. A pessoa sempre aparece empolgada pra te contar da ideia dela como se estivesse realmente empreendendo e fazendo muita grana, mas passam alguns meses e ela não só não levou a coisa pra frente, como talvez tenha até perdido dinheiro com aquilo.
Minerar bitcoin, apostar em poker online, day trade, fazer revenda de motos compradas em leilão, vender cursos online de terceiros, virar influencer de instagram/youtuber, tráfico de drogas, etc...
Eu fico frustrado porque sempre odiei trabalhar pros outros mas estou desde os 18 com a carteira assinada e sem tirar férias. Ralo pra caralho e mesmo passando uns perrengues de vez em quando, conquistei uma independência financeira só pra poder sair da casa dos meus pais e deixar de ser uma despesa pra eles.
Só que aí, basta sair ou encontrar com meus amigos que vejo que praticamente nenhum deles trabalha, e os que dizem "trabalhar" só fazem uns esquemas desses que não vingam e deixam o cara lá vivendo de patrocínio dos pais. Os anos passam e continuam todos na mesma. Quase nenhum parece ter pressa pra correr atrás de um emprego "formal" e estão sempre satisfeitos e contentes com a ilusão do momento, achando que não precisam de experiência ou de se rebaixar a ser funcionário de alguém pra ganhar dinheiro e fundamentar uma carreira. Eu sei que não é uma regra, e que essa visão "empreendedora" deles é importante, mas também dou valor no suor do trabalho duro, embora ninguém mais pareça concordar comigo.
Claro que agora eu tô aqui soando como um puta babaca e obviamente essas coisas que eu to chamando de esquemas são formas legítimas de ganhar dinheiro, mas eles esperam ser ultra bem sucedidos sem dar o mínimo de esforço, sem ter um plano B ou um plano C, sem ter uma renda fixa ou um capital inicial. Isso virou um padrão que se repete tanto, que acho que talvez seja um real problema da modernidade. Os jovens tem mais dificuldade de ingressar no mercado que está saturado em várias áreas e acabam recorrendo à essa ideia de "eu vou fazer diferente" e "eu vou ser melhor".
Vocês também notam isso?
submitted by ParanoiaDelirante to brasil [link] [comments]

Bitcoin - Resposta vinculativa da AT ao u/lizardprofound

Na sequência desta discussão, o u/lizardprofound enviou-me esta resposta vinculativa que obteve da Autoridade Tributária:
Fiz o pedido no dia 21/10/2015 e foi respondido no dia 27/12/2016.
Resposta:
O contribuinte REMOVIDO, solicitou a emissão de uma informação vinculativa na qual questiona o enquadramento fiscal dos rendimentos que obtêm com a compra e venda de bitcoins.
Do enquadramento
Como ponto de partida as Bitcoins (doravante utilizada como referência à cripto moeda, sendo as unidades de bitcoins, individualmente considerada, referidas como unidades monetárias), assim como as restantes "cripto moedas" ou "moedas virtuais" não são, tecnicamente, consideradas moeda, não dispõem de curso legal ou de poder liberatório em Portugal.
Como referido as Bitcoins são uma das muitas "moedas virtuais", sendo que no caso das Bitcoins o sistema de funcionamento é o seguinte:
As unidades monetárias de bitcoins são um registo eletrónico, armazenáveis em suporte informático. Estes registos são formados por um código encriptado único que contêm em si referências de todas as transações realizadas com aquela unidade monetária. Assim e de cada vez que é realizada uma transação, o código que compõe a unidade monetária é adicionado de um "hash" (o hash é o resultado da aplicação de um algoritmo que mapeia e efetua a redução de grande grupos de dados para referências de reduzidas dimensões e que permitem a referenciação única de uma transação).
Para evitar fraudes todas as transações são públicas, embora não permitam a identificação da identidade dos anteriores utilizadores. Esta característica permite que a parte que irá aceitar o pagamento em Bitcoins possa verificar se a unidade monetária que lhe está a ser entregue é ou não verdadeira. Dado que o código das unidades monetárias é incrementado por cada vez que o mesmo é empregue a complexidade da verificação é cada vez maior. Por tal existem pessoas ou entidades que efetuam esta verificação, voluntariamente, e são denominados de "miners". Estes "miners" recebem unidades monetárias por cada grupo de operações validadas (blocos).
Os "miners" podem ainda cobrar comissões aos interessados, comissões estas que são pagas em unidades monetárias (ou frações desta).
As unidades monetárias podem ser armazenadas quer pelo titular, no seu computador particular, quer por entidades que disponibilizam, mediante pagamento, contas para depósito das unidades monetárias, também designadas por carteiras virtuais.
De notar que as unidades monetárias também podem ser trocadas por moeda real (sejam dólares, euros ou outra), junto de empresas especializadas para o efeito, sendo o valor face à moeda real o determinado pela procura online das Bitcoins.
Temos assim que com as bitcoins podem gerar diferentes tipos de rendimentos, sendo que no caso vertente só estão em questão os ganhos obtidos com compra e venda de unidades monetárias virtuais / troca ao câmbio do momento de bitcoins por moeda real (qualquer que ela seja).
Vejamos. Os rendimentos gerados por esta actividade podem, em tese, ser integrados em três categorias de rendimentos diferentes, a saber:
Acréscimos patrimoniais - categoria G (mais valias);
Rendimentos de capitais - categoria E;
Rendimentos empresariais ou profissionais - categoria B;
Relativamente à categoria G
Com relação aos factos cujo enquadramento tributário se questionou verificamos que a compra e venda de bitcoins não se subsume a qualquer dos factos tributários previstos no art.º 10º do Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (CIRS).
Ora o legislador quando construiu esta norma de incidência recorreu a uma tipificação fechada, i.e. a tributação só incide sobre os ganhos derivados dos factos ali descritos.
Pelo que os rendimentos eventualmente obtidos não são passiveis de ser tributados em sede de categoria G.
Relativamente à categoria E
No que respeita aos rendimentos de capital verificamos que a norma de incidência está construída de uma forma aberta, indicando uma regra geral e exemplificando diversas realidades sujeita a tributação (mas não as únicas). Assim analisando a norma de incidência verificamos que nesta categoria são tributados os rendimentos que são gerados pela mera aplicação de capital, ou seja são tributados os frutos jurídicos i.e. os direitos produzidos prejuízo da substância do produtor.
Ora no caso vertente o rendimento produzido é obtido pela venda do direito, pelo que não será passível de ser tributada em sede de categoria E.
Relativamente à categoria B
Antes de mais salienta-se que a categoria B se aplicável em concorrência com qualquer uma das categorias anteriores prevalece sobre estas.
Na categoria B são tributados os rendimentos auferidos em função do exercício de uma atividade e não em função da origem do rendimento. Assim, nesta categoria podem ser tributados rendimentos quer os mesmos provenham de vendas, quer sejam frutos, ou revistam qualquer outra natureza, nos termos do n.º 1 do art.º 3 do CIRS.
Ora o exercício da actividade apura-se pela sua habitualidade e pela orientação da atividade à obtenção de lucros. Conclui-se assim que a venda de bitcoins não é tributável face ao ordenamento fiscal português, a não ser que, pela sua habitualidade, constitua uma atividade profissional ou empresarial do contribuinte, caso em que será tributado na categoria B.
Parecer de Director de Serviços
Confirmo.
À Consideração Superior
Despacho de Subdirector-Geral, por delegação do Diretor Geral
Concordo.
O Director de Serviços de IRS
(REMOVIDO)
Nota: Removi as minhas informações pessoais e também das pessoas que assinaram isto.
Eu acho que posso partilhar esta mensagem, não encontrei nada no site da AT que me desse a entender o contrário. Obviamente eles conseguem saber quem partilhou isto, visto ser uma mensagem personalizada. Estou a partilhar isto de boa fé com objetivo de informar a comunidade.
submitted by tiggp to portugal [link] [comments]

BTC PRO MINER

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submitted by jucimar2018 to u/jucimar2018 [link] [comments]

Aos que entendem de bitcoin, várias duvidas aqui.

Estou pensando em investir nisso e fiquei com algumas duvidas. 1) Quais os melhores lugares para investir no brasil, achei legal a foxbit,vocês recomendam ela? 2)Li em alguns lugares que após comprar o bitcoin na foxbit por exemplo devo transferir ele para uma carteira online e nao deixar na exchange, essa informação procede? 3)Ouvi falar q a foxbit tem uma taxa para sacar os bitcoins altíssimas, estou planejando investir uns 500 reais,se a taxa for alta nem compensa que não vou ganhar nada. 4) E a mais importante,como vocês ganham dinheiro com bitcoin,compram quando está baixo e vende quando o valor de venda está alto?
submitted by Esfingico to brasil [link] [comments]

Fastest Way to Buy XRP?

I see this question a lot. Here are some suggestions assuming you have no cryptocurrencies yet but want to start with XRP (Ripple):
Feel free to add better ways.
submitted by r01k to Ripple [link] [comments]

Carteira online para guadar de forma segura.

Dica de carteira de online, para guardar Bitcoin de forma segura. Tem um interface intuitiva e de fácil entendimento, possui recursos como cofre, compra e venda de bitcoin. Além de guardar Ethereum e Litecoin !!
https://www.coinbase.com/join/596d7f3b6586f20116b2da67
submitted by Otavioh to BrasilBitcoin [link] [comments]

Brasília ganha loja física de Bitcoin SP e Florianópolis são as próximas

A BitcoinToYou, única empresa com lojas físicas do Brasil a realizar transações entre o real e a moeda virtual, inaugurou seu segundo estabelecimento no país ontem (21), em Brasília. A primeira a comercializar bitcoins foi aberta em Curitiba, em junho do ano passado, e as próximas deverão ser em São Paulo e Florianópolis, ainda este ano, segundo a empresa.
O que é
A unidade monetária Bitcoin (BTC) é uma moeda online que não possui uma gerência central, tendo seus valores descentralizados a partir de transações por rede de compartilhamentos P2P (ponto-a-ponto). Por também não depender de intermediários financeiros, como bancos e instituições reguladoras como o Banco Central, as transações não contam com impostos e possuem taxas menores de transação.
De acordo com o dono da BitcoinsToYou, André Horta, a abertura da loja em Brasília promete ser lucrativa uma vez que a cidade divide com São Paulo o mérito de ser um dos locais com maior volume real de movimentação da moeda no Brasil. Se cidades como Rio de Janeiro e Belo Horizonte também possuem grande número de adeptos da moeda, ainda ficam atrás no quesito de valores movimentados.
Para Adriano Zanella, o franqueado da nova loja, o objetivo é oferecer um espaço seguro com troca de ideias e informações entre funcionários e clientes, aumentando assim o nível de confiança dos brasileiros na moeda virtual.
Se hoje os principais compradores do bitcoin são pessoas que realizam trocas de câmbio para viagens internacionais e usuários de lojas online, a proposta do BitcoinToYou é estimular o comércio convencional a adotar a carteira de bitcoins, assim como já acontece em outras cidades e países. Dell, Amazon, Microsoft e BestBuy são algumas das marcas que aceitam pagamentos com a moeda.
A bolsa de Nova York, coincidentemente, acabou de adotar uma taxa de conversão entre bitcoins e dólares, com a justificativa de interesse dos seus negociantes pela cotação da moeda eletrônica.
A loja de Brasília, assim como a de Curitiba, vende cartões pré-pagos e aceita compras através de dinheiro e transferência bancária. Os donos também estudam a possibilidade da venda de bitcoins através de cartão de crédito, adotando até opção de parcelamento.
Além disso, será possível que comerciantes locais recebam em bitcoins e troquem a transação rapidamente por reais, aproveitando as altas e baixas da moeda sem se submeter a prazos e taxas das operadoras de crédito.
Como investir em Bitcoins e por quê? Veja no Fórum do TechTudo.
Sobre o risco, Adriano não tem dúvida de que se encontra em um negócio seguro e promissor. “No Brasil não é muito comum porque a gente não vê acontecendo, mas várias empresas de sucesso já adotam a transação em bitcoins, que vai ganhando espaço no futuro”, diz ele.
Segurança garantida
André Horta atenta para os cuidados com a segurança do sistema da loja, que possui servidores na Califórnia e na Flórida, além de investimentos em criptografia, certificado SSL e outros métodos que os próprios bancos usam, como autenticação de dois fatores e replicação de dados.
Além disso, há uma reserva de 90% dos valores em poder da empresa em paper wallet, uma garantia física de que a moeda digital não se perderá com uma invasão de software, por exemplo. “Hoje é uma técnica conhecida no mundo todo, todas as exchanges de ponta já usam”, explica André.
Apesar da alta volatilidade do bitcoin, que chega a variar cerca de R$ 30 a R$ 40 por dia, o saque dos valores adquiridos é imediato, de acordo com Adriano, o que aumenta a confiabilidade no sistema. Hoje com uma cotação de 1 bitcoin para cada R$ 758,74, o bitcoin já chegou a variar de US$ 200 a mais de US$ 1.000 em um período de alta na cotação. Os primeiros compradores do sistema, que foi criado em 2009, hoje são milionários.
submitted by souzapex to oBitcoin [link] [comments]

Criptomoedas, programadoras afegãs e inflação brasileira, na visão de Peter Smith

Não é de agora que o Brasil vem enfrentando uma crise sem fim, e diante de tantos escândalos financeiros, desvio de verbas e o Brasil em caos, surgem opções inteligente na economia mas infelizmente ainda pouca explorada.
Peter Smith CEO e co-fundador de Blockchain.info, serviço de exploração da rede Bitcoin, e carteiras bitcoin afirma ser uma das empresas de tecnologia com maior crescimento do mundo, o que? Você não acha? Hoje ele está à frente do mundo emergente das criptomoedas e tem ido bem abaixo do que ele chama de “toca do coelho bitcoin”.
Em um mundo onde palavras como “inovação” e “interrupção” são proferidas as vezes que por favor e obrigado, especialmente nos domínios das finanças e tecnologia financeira, às vezes tudo que você precisa é uma boa história.
Após o evento Virgens Disruptores, Smith contou uma história ao site Virgin sobre como a criptomoeda tinha transformado um programa no Afeganistão que ensina mulheres a programar.
“Roya Mahboob, uma mulher de negócios Afghan proeminente, exemplo de mulher, um programa de alfabetização digital que treina meninas afegãs em competências digitais para que eles possam ganhar dinheiro online. Infelizmente, PayPal e Woo Commerce com suas atividades suspensas no Afeganistão, então não havia nenhuma maneira para que essas mulheres possa realmente receber o pagamento. Até que eles começaram a usar bitcoin. Centenas de mulheres estão agora a ser pago para o trabalho de desenvolvimento do contrato inteiramente em bitcoin por empresas em Nova York e Londres “.
Uma dessas meninas foi Parisa Ahmadi, mas as perspectivas de que era “limitado por paredes e escola do meu quarto”. Embora Ahmadi não têm uma conta bancária própria, tudo o que precisava para receber bitcoin era uma conexão à Internet e uma carteira digital, como a empresa de Smith Blockchain.
Fica fácil esquecer que dois mil milhões de adultos no mundo estão sem banco, e ainda mais fácil de esquecer que muitas mulheres em países como o Afeganistão têm contas bancárias que são em grande parte são controladas pelo pai, marido ou irmão. No mundo ocidental, vivemos em uma sociedade onde os serviços financeiros são essencialmente grandes formas de confiança intermediada.
“Eu estava conversando com um de nossos clientes no Brasil recentemente, e ele está comprando bitcoin para se proteger contra a inflação galopante. Ele viu a riqueza pessoal de sua família exterminada nos últimos 15 anos, e ele está usando bitcoin para se certificar de que isso não aconteça novamente. ” – Afirma Perter.
Por que um sistema financeiro completamente tecnológico prova nada menos confiável do que um bem das pessoas? Lembrei-me que o verdadeiro valor desta tecnologia não é de modo que nós no Reino Unido têm uma outra forma de dinheiro que podemos usar para fazer compras on-line. A desintermediação das instituições financeiras centralizadas e a formação de criptomoedas tem o potencial de transformar o mundo em desenvolvimento, oferecendo aos seus cidadãos total transparência, segurança e controle sobre suas vidas financeiras.
Vemos claramente o quanto o bitcoin tem mudado as pessoas, principalmente como elas fazem negócios, deixar de usar uma instituição financeira, gerenciar o seu próprio dinheiro, ter total controle sobre o seus bens, é tudo isso é possível quando usamos o bitcoin.
Fonte: Criptomoedas Fácil
submitted by CristhianRaphael to BrasilBitcoin [link] [comments]

[ANN][PSP] POSPRO - POW/POS - ICO começa 13 de maio 11 AM -www.pospro.link )

Website Oficial: www.pospro.link (http://www.pospro.link)
Moeda POSPRO [PSP] é uma moeda online p2p que permite transações instantâneas, com custos próximos de zero para qualquer lugar no mundo. POSPRO é uma fonte aberta, rede de pagamento global que é totalmente descentralizada , sem quaisquer autoridades centrais. A rede é protegida matematicamente e permite que os usuários controlem suas próprias finanças. POSPRO apresenta uma rápida confirmação de transação e melhoria da eficiência de armazenamento do que as moedas líderes baseadas em algorítimos. Com o apoio da indústria substancial, o volume de comércio e liquidez.
POS Prova de Acumulo aumenta a velocidade, segurança e eficiência energetica comparada com as demais moedas digitais. Livre de chefes e bancos, POSPRO da o poder de volta a pessoa. Ninguém é dono da POSPRO, não é uma empresa única, qualquer um pode fazer parte.
A tecnologia POSPRO’s permite qua a pessoa envie e receba rapido, facil e com segurança pagamentos com pessoas em qualquer parte do mundo. Sem precisar de chefes ou bancos. Totalmente aberta. POSPRO é uma moeda da comunidade, e o sucesso depende em parte da implementação conjunta e marketing conjunto. Veja abaixo a distribuição ECD para mais informações.
Clientes e Carteiras
Sexta 27th de Maio 2016 – 11AM (11.00 hour European time) Timezone: UMT+1 Berlin.
Vá ate o nosso site para obter o cliente. http://pospro.link/pospro/software/
BLOCK EXPLORER http://explorer.pospro.link
SPECIFICATIONS Nome Oficial: POSPRO Ticker: PSP Scrypt POW/POS Total coins: 84 000 000 Moedas POW: 10 000 000 Distribuição ECD: 30 000 000 coins Carteira de recompenças: 2 000 000 coins (translation etc.) Distribuição DCD (ICO/Prevenda): 10 000 000 coins
POS interest: 7% Número de confirmações: 3 Maturidade da moeda: 50 Idade mínima da moeda: 8 hours Último POW BLOCK: 100 000 Prêmio Block: 100 moedas por block
RPC port= 7026 P2P port= 7025 addnode= server1.pospro.link addnode= server2.pospro.link
– Segurança e controle de todo seu dinheiro – Permite pagamentos internacionais – Custo zero ou baixo – 7% de juros compostos anual – Pagamentos por smarphone feitos com facilidade – Comunidade ativa desde o início
Baixa Inflação POSPRO foi amplamente distribuída ao longo de um curto período da fase de mineração. Não há novas POSPRO, nunca vão ser feitas novas além do juro anual de 7% pago aos detentores de POSPRO . Transações rápidas POSPRO’s prova de sistema de acumulo faz rede POSPRO ser muito rápida. POSPRO é a moeda digital ideal para transações cara a cara e todas as aplicações que valorizam a velocidade.
Forte segurança Blockchain (desde o começo do POS) A rede POSPRO’s é segura contra ataques de outras moedas digitais devido à sua confiabilidade nas operações de mineração em grande escala para executar suas redes. A rede POSPRO não requer o uso de grande escala, ou operações de hardware especializado. POSPRO é muito mais eficiente em termos energéticos do que as redes de moedas digitais tradicionais.
Comunidade é inovadora desde o início POSPRO tem uma comunidade forte e dedicada composta por profissionais e usuários de criptografia talentosos que trabalham duro para levantar a POSPRO , tanto quanto for possível. Esta comunidade é composta pelo programa ECD.
Datas Importantes
• 27 de maio: Lançamento Mainnet • 29 de maio: POSPRO ECD e distribuição DCD
EXCHANGES
Empire-x.ch https://empirex.ch/Market?pair=PSP/BTC https://empirex.ch/Market?pair=PSP/LTC https://empirex.ch/Market?pair=PSP/DOGE https://empirex.ch/Market?pair=PSP/STEPS
Mining pools (POW) http://psp.smarterhash.com http://eu-pool.com:800 http://mineblocks.no-ip.org:2627/pool/PSP/ http://pool.cryptoally.net/
ROADMAP Entre o lançamento da moeda e fase POS
Distribuição inicial na comunidade (ECD)
Registro fechado, para mais informação: www.pospro.link
Essa é a moeda da comunidade, por isso nos fizemos diferente do resto. Para fazer uma moeda de grande sucesso, nós precisamos de várias pessoas / companias e a comunidade.
Para colocar juntos, desde o início precoce (de lançamento) da moeda, uma equipe forte, uma equipe composta por pessoas de diferentes países e com diferentes habilidades. Reservamos um airdrop especial para os participantes. Estes participantes vão nos ajudar a fazer esta moeda um grande sucesso. Eles vão promover POSPRO porque detêm uma parte do estoque de moeda. E aqueles 200 ECD irá segurar a rede desde o dia 1 da fase de POS .
Na verdade , começamos desde o início com uma comunidade de 200 profissionais. Vá ao nosso site para mais informações detalhadas e junte-se a nossa comunidade. www.pospro.link
Doações para distribuição na comunidade (DCD)
Doação DCD / ICO fechada. A moedaPOSPRO passou através de 100 blocos e foram transferidos 10 milhões de moedas para CryptoMaik , CryptoMaik dividiu as moedas para 188 ações, cada ação recebeu 53191 moedas de PSP.
Qualquer um que não cumpra os critérios do ( distribuição antecipada Comunidade ) ECD pode doar alguns Bitcoins durante as semanas de pré-venda. Para esta pré-venda são 10 000 000 moedas reserverdas. Em troca de sua doação, você obtém uma parte equitativa desses 10 000 000 . As moedas são distribuídas uniformemente sobre o número de ações, todo mundo pode comprar sua quota por 0,01 BTC , doação mínima de 1 ação ( 0.01BTC ). Consulte o nosso site para mais informações. ( Primeiras 48 horas 20% de desconto, uma quota de 0,08 BTC ) . Oferecemos a todos a oportunidade de ser um proprietário moeda. Normalmente você pode conseguir algumas moedas muito baratas durante a pré-venda .
Confiar ou nao confiar na POSPRO pré-venda/doação? Há muita desconfiança para ICO de moedas, e ações de pré-venda semelhantes. Infelizmente há muitos scammers que abusam esta forma de distribuição de moeda.
Pedimos ao usuário da Bitcoinalk.org " CryptoMaik " para guiar a nossa DCD ( distribuição da comunidade Doação). Ele é responsável pelas doações e distribuição de 10 milhões de moedas. Ele só vai pagar as doações recebidas , logo que a moeda na MainNet gerar pelo menos 100 blocos e ele receber as 10 000 000 de moedas para a distribuição. Se não podemos produzir uma moeda de trabalho, todas as doações serão devolvidas a você .
Normalmente, a maioria dos usuários vai gritar agora, para este ICO / ação de pré-venda. Por favor, se você não confia nesta forma de pré-venda , o nosso conselho é que não compre ou espere até que a moeda esteja disponível para em troca .
Recompenças
Blockexplorer: 3000 PSP por mês reportagem : 15000 PSP (total para os 3 primeiros relatórios ) antes do fim da ICO ( PM para aprovação antes da publicação ) reportagem : 7500 PSP (total para os 3 primeiros relatórios ) após o lançamento da moeda ( PM para aprovação antes da publicação ) Primeiro piscina extração: 1500 PSP Facebook página : PM
Notícias POSPRO Steemit message (https://steemit.com/crypto-news/@dedriss/pospro--powpos-special-airdrop-ico--community-digital-currency/) XBT.Money News report (http://www.xbt.money/pospro-community-digital-currency/) Medium POSPRO (https://medium.com/@salex91/pospro-pow-pos-special-airdrop-ico-community-digital-currency-d86889a8f2ae#.vdubx4vi5/)
submitted by pedroshooter to CryptoCurrency [link] [comments]

Hora de dar fim nos cartórios. Ronaldo Lemos Folha

É inacreditável ainda existir cartórios no Brasil. Mais inacreditável é que o Congresso esteja prestes a aprovar uma emenda constitucional para beneficiar pessoalmente 4.965 "donos" de cartório que não fizeram sequer concurso público, concedendo a eles o direito vitalício de continuar ganhando muito dinheiro às custas dos demais 204 milhões de brasileiros. Mudar a Constituição para beneficiar um punhado de gente é feito histórico e trágico.
Nos Eua, qualquer pessoa pode virar "dono" de cartório (chamados de "notários"). É tão fácil quanto tirar carteira de motorista. Em geral, basta fazer um curso de capacitação e pagar 50 dólares (R$175) para fazer uma prova. Se passar, o candidato torna-se um notário. Recebe um selo público de autenticação e um livro de registros. O notário deve obedecer fielmente à lei. Se usar seu selo ou livro de modo fraudulento, perde a certificação e vai para a cadeia.
O resultado desse sistema é que há notários em toda parte. Já vi alunos de universidades americanas precisando "reconhecer firma" para um projeto. Em vez irem a um cartório, bastou escrever para os colegas perguntando quem era notário. Três colegas da mesma classe responderam de pronto. As firmas foram "reconhecidas" ali mesmo, por alguns centavos cada uma.
Além de mudar o modo de nomeação dos cartórios, é preciso fazer com abracem a tecnologia. Todos os registros públicos já deveriam estar 100% digitalizados e abertos na internet. A informação guardada pelos cartórios é pública e deve poder ser consultada de graça por qualquer pessoa na rede. Quem precisar pagar por uma "certidão", que pague. Mas a consulta aos registros cartoriais (seja de títulos, documentos ou imóveis) deve ser gratuita e aberta online. Pagar para consultar registros que já são públicos é uma excrescência.
Nos EUA, a publicação na internet de todos os registros de venda de imóveis revolucionou o mercado imobiliário. Permitiu o surgimento de sites como Trulia.com e Zillow.com, onde é possível saber o preço de transação de todos os imóveis do país, além de verificar seu histórico de compras, vendas e até locação. A competitividade e liquidez que isso gerou no mercado são imensas.
Dá para ir ainda além. Há países incorporando a tecnologia chamada "blockchain", derivada da plataforma Bitcoin, para revolucionar os registros públicos. O "blockchain" é uma espécie de registro público descentralizado baseado na internet. Diferente dos registros em papel, ele é impossível de ser fraudado. Na América Latina, Honduras é o primeiro país a seguir nessa linha. Está migrando seus cartórios de imóveis para a internet, tornando-os 100% virtuais por meio do blockchain (que é um protocolo aberto, ou seja, não tem nenhum dono privado).
As condições sociais e tecnológicas de hoje não admitem mais o modo como os cartórios são organizados no Brasil. Em atenção ao princípio constitucional da igualdade, é preciso dar fim à nobreza cartorial.
Fonte Folha
submitted by brasilbitcoin to BrasilBitcoin [link] [comments]

Explicando o Bitcoin.

Explicar o Bitcoin para novos usuários não é uma tarefa fácil, há muitos erros sobre a moeda virtual até mesmo na mídia sobre bitcoins. Para contribuir com a difusão do conhecimento sobre esta tecnologia. Deixo este post.
Bitcoin
Bitcoin é um dinheiro eletrônico P2P baseado em criptografia de chave publica que permite pagamentos online serem feitos sem intermédio de nenhuma uma instituição financeira.
Criptografia
O bitcoin usa a criptografia de chave publica, os endereços bitcoins nada mais são do que o hash da chave publica a qual é derivada da chave privada. Somente quem tem a chave privada correspondente ao endereço bitcoin pode gastar o valor que está endereço.
Exemplo de Chave Privada em formato Hexadecimal:
a2d3c4a4ae6559e9f13f093cc6e32459c5249da723de810651b4b54373385e2 
Exemplo de Chave Privada em formato WIF (Wallet Import Format) ( Formato de Importação de Carteira)
5K7EWwEuJu9wPi4q7HmWQ7xgv8GxZ2KqkFbjYMGvTCXmY22oCbr 
Exemplo de Endereço correspondente a chave privada ( Não use este endereço e esta chave).
1Q7f2rL2irjpvsKVys5W2cmKJYss82rNCy 
Endereços podem ser verificados em:
https://blockchain.info/address/<**endereço-bitcoin**> https://blockchain.info/address/1Q7f2rL2irjpvsKVys5W2cmKJYss82rNCy 
Tanto o endereço quanto a chave privada podem serem transmitidos de forma ótpica usando código QR, o qual pode ser lido por smartphones e dispositivos móveis.
Para se ter segurança a chave privada deve ser o mais aleatória/ randômica o possível além de ser armazenada com criptografada e senha.
Carteiras
Como dito novamente uma carteira bitcoin não armazena bitcoins. A carteira é um software que cria e protege chaves privadas com criptográfia e senha e envia transações a rede bitcoin para transferir balanços de bitcoin do endereços que tem a chave privada. Há três tipos de software de carteira: A carteira local, a e-wallet (carteira hospedada em sites) e carteira bitcoin impressa em papel.
Carteiras Locais
Exemplos de carteira local são o bitcoind e sua inteface gráfica bitcoin-qt (que é o cliente original criado por Satoshi Nakamoto) cuja desvantagem é baixa todo o arquivo do blockchain que agora são mais de 20 GB. Outras carteiras são o Electrum (a qual não baixa todo blockchain). Existem também carteiras bitcoins para smartphones.
Carteiras E-Wallet
Apesar de os bitcoins (diga-se as chaves privadas) serem mais seguros de serem guardadas localmente e não ser preciso de nenhuma instituição financeira para realizar transações, as carteira online tem certas vantagems tais como:
Vantagens:
Desvantagens:
Carteira impressa, em Papel ( Paper Wallet)
Uma carteira de papel é somente a chave privada e o endereços impressos em papel com código QR ou impressos. A carteira de papel pode ser usada para vender se bitcoins em um caixa eletrônico por exemplo ou para um armazenamento mais seguro da chave privada.
Rede Bitcoin
Blockchain:
Todas transações são armazenadas no "blockchain" que é um banco de dados que armazena os endereços, balanços de cada "endereço" e o codigo das transações. Cada participante da rede armazena uma copia do arquivo blockchain que roda um client "full node" ou um cliente completo que baixa todo o arquivo blockchain.
Cada transação é transmitida para todos participantes da rede e armazenada em nos arquivos "blockchain" de cada cliente.
Mineiros: Computadores que rodam o software de mineração ou hardwares especiais que resolvem um problema matemático difícil que consome muita energia, processamento e memoria e a cada vez que resolvem o problema recebem como recompensa um balanço, quantidade de bitcoins pelo algoritmo. Os "Mineiros" criam bitcoins e validam transações.
Moedas: Não existem moedas "coins" na rede bitcoin, o que existe é um balanço quantidade bitcoins, um mero número associado a um "endereço". Esta quantidade de bitcoins é armazenada no blockchain, isto é, em toda a rede. Somente pode realizar transferências de bitcoins contidos em um endereço quem tem a chave privada associada a ele. Perde-se os bitcoins quando se perde a "chave privada".
Carteira/ Wallet
Existem dois tipos de carteiras E-Wallet (Carteiras Remotas) e carteiras locais. A carteira bitocoin local é um software ou que pode criar "chaves privadas", endereços bitcoins através da chave privada e trasnferir o balanço bitcoin contido no endereço.
Privacidade e Segurança
Privacidade
Segurança
Obtendo-se Bitcoins
Existem várias formas de se obter bitcoins:
Formas de Pagamento/ Recebimento em bitcoins:
Pagamento em Bitcoins.
  1. O vendedor fornece seu endereço bitcoin.
  2. O comprador que pagará usando bitcoin com sua "carteira" wallet e chave privada transfere os bitcoins de seu endereço para o endereço do vendedor. A carteira pode tanto rodar em computador, celular ou ser uma e-wallet.
  3. O vendedor espera de 5 a 7 confirmações.
Comprando-se Bitcoins
Método 1: Trocar Bitcoin diretamente por dinheiro
  1. O comprador de bitcoins fornece seu endereço bitcoin ao vendedor.
  2. O vendedor com sua "carteira" Wallet transfere os seus bitcoins para o endereço do comprador e recebe dinheiro em troca.
  3. O comprador verifica se houveram confirmações da transação e checa seu balanço.
Método 2: Comprar chave privada 1. O comprador de bitcoins compra uma chave privada impressa em papel ou formato digital com a chave privada, o endereço e quantidade que estar a comprar.
  1. O comprador verifica o balanço do endereço e transfere com a chave privada dada para algum endereço seu associado a outra chave que tenha criado.
  2. Este método é mais usado com caixas eletrônicos, a chave privada pode vir impressa em bilhete em formato alfa-númerico e com código QR.
Desafios
Sumário:
- Dinheiro Digital - Descentralizado - Banco Virtual ( Você pode ser seu próprio banco) - Rede de pagamentos - Anti Inflacionário, finito de modo a emular o "ouro" - Não pode ser confiscado - Não pode ser apreendido pelo governo - Baseado em criptográfia 
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Exchange de bitcoin "vira" Banco

A BitcoinToYou, exchange brasileira de moedas virtuais, investiu para ampliar seu leque de serviços, agora operando também como uma empresa de serviços bancários.
A mudança ocorreu após a companhia, fundada em 2013, firmou uma parceria com a Real Bit Investiments, mineradora norte-americana de Bitcoins, para ganhar liquidez financeira e, assim agregar funcionalidades como quitação de contas, boletos, transferências e recarga de celular.
Inicialmente, a companhia atuava convertendo a moeda digital para dinheiro físico, além de administrar a carteira de clientes online. De acordo com a companhia, em dois anos de mercado foram somados cerca de 10 mil clientes. A empresa lança em julho seu novo portal e um aplicativo para os usuários comprarem e venderem a moeda via smartphone. O app facilita a compra, venda e administração da carteira online, com a possibilidade de realizar pagamentos diretamente pelo celular.
"Com a oferta de recursos que antes só eram oferecidos pelos bancos, temos a expectativa de alcançarmos 50 mil clientes em mais um ano", afirma André Hora, diretor da BitcoinToYou.
Com os investimentos da mineradora – que possui datacenters para produção de Bitcoins nos Estados Unidos e China –, a companhia terá ganhos em volume operacional, o que viabiliza os serviços de pagamentos e transferências pela internet, com tarifas inferiores aos bancos tradicionais.
"Os clientes questionavam se era possível pagar boletos com o Bitcoin, fazer recarga de celular ou enviar e receber pagamentos por e-mail como é feito com o PayPal, daí surgiu a necessidade de atualizarmos a plataforma para prover estes recursos, que começam agora em julho", completa o executivo.
A fusão também permite a compra do Bitcoin por uma cotação abaixo da oferecida no mercado nacional. Atualmente, o Bitcoin é vendido por cerca de R$ 800 no país.
Outra novidade é um cartão de débito da BitcoinToYou, previsto para ser lançado ainda este ano. “Com ele, a pessoa poderá fazer compras em qualquer estabelecimento com o Bitcoin, já que fazemos a conversão automática para reais”, detalha o diretor da exchange.
O objetivo do investimento da mineradora americana é alavancar a operação da companhia e torná-la a maior da área no Brasil. Com nova sede em São Paulo e quatro agências físicas – Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Brasília – a BitcoinToYou espera ganhar projeção internacional com a fusão.
“Faremos uma série de novos aportes ainda esse ano para ampliar a operação da empresa para outras regiões do país e para o exterior”, informa Bernardo Schucman, CEO da Real Bit Investiments.
Segundo Horta, depois do boom seguido do período turbulento que a moeda passou em 2014, em função de problemas em exchanges como o caso da japosesa Mt. Gox, a moeda está em um momento de estabilização, retomando o crescimento de forma mais racional.
"Bitcoin deixou de ser utilizado para compras ilícitas e está se tornando uma moeda de troca de produtos em vários sites, como Microsoft e Dell. Além disso, bancos de todo os mundo estão fazendo experimentos com o Bitcoin para poderem utilizá-lo, é o caso do banco americano Bank of America, Santander e UBS", finaliza o executivo.
Fonte baguete.com.br
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VICE.COM: Ascensão e Queda da Primeira Máquina de Bitcoin do Brasil

Escrito por FELIPE MAIA VICE
Em abril de 2014, o bar Zé Gordo, localizado no bairro nobre de Itaim, em São Paulo, estreou a primeira máquina de bitcoin do Brasil em parceria com a Mercado Bitcoin, uma empresa especializada em finanças com moedas virtuais.
À época, a compra foi considerada bem moderna: pouco se falava de transações desse tipo no país e um dispositivo físico de bitcoins dentro de um boteco chique era, convenhamos, simbólico demais para ignorar.
Meses depois do anúncio e das repercussões em redes sociais, porém, nunca mais ouvimos falar da maquininha. Sem mais nem menos, o equipamento tinha desaparecido das notícias e, segundo alguns clientes, também do bar.
Em busca de explicações, fui conversar esta semana com Erivelton Rodrigues, sócio-proprietário do Zé Gordo, e ele me contou que teve de devolver a máquina aos proprietários por uma simples razão: medo de assalto. Durante os seis meses que ficou disponível para o público, a peça, do tamanho de um frigobar, foi cobiçada por mais de um transeunte de comportamento estranho. “A máquina não era interessante pra gente porque não era seguro ela aqui”, afirmou, durante uma visita minha ao seu estabelecimento.
Erivelton contou que um tipo suspeito a seus olhos esteve três vezes no bar em função da máquina. No primeiro dia, um sábado de agosto, ele usou o aparelho depois de fazer muitas perguntas. Na segunda-feira, voltou ao bar para nova sessão de questões enquanto procurava câmeras. Na terça-feira, o tipo voltou em um carro com mais uma pessoa. Erivelton tinha devolvido o aparelho. “Já não tinha mais máquina”, afirma.
O equipamento vendia bitcoins. Como um caixa eletrônico que realiza depósitos, ele aceitava cédulas de reais e as trocava pela moeda virtual. O valor adquirido ia diretamente para a conta virtual do comprador, enquanto seu dinheiro ficava armazenado na caixa forte blindada da máquina. Segundo Erivelton, ela seria presa fácil para ladrões por ter meio metro e cerca de cinquenta quilos.
Localizado entre bairros com o maior PIB de São Paulo segundo o censo de 2010 do IBGE e cercado por grandes empresas e bancos de investimentos, o bar Zé Gordo oferece uma posição privilegiada para uma máquina de transações financeiras. Erivelton diz ter visto compras de até dois mil reais no aparelho. “Vinham uns espanhois”, diz ele. “Tinha pouco brasileiro que procurava.”
De acordo com Rodrigo Batista, um dos fundadores do Mercado Bitcoin, a empresa retirava o dinheiro da máquina ao menos uma vez por semana. “O valor das transações costumava ser entre cinquenta e cem reais”, diz. Com o fim da parceria, o Zé Gordo abandonou também as transações com bitcoins no caixa.
O acordo entre a empresa e o bar terminou sem prejuízo para nenhum dos lados. Os funcionários do Mercado Bitcoin ainda aparecem no Zé Gordo para almoçar ou tomar uma cerveja. Rodrigo estuda levar a máquina para outro lugar, mas não sabe o destino do aparelho que custou R$ 10 mil a sua companhia. “Era mais uma peça de marketing”, diz. “É um equipamento físico para algo que não é físico.”
Bitquê?
O Bitcoin é uma moeda virtual com valor real. Os bitcoins correspondem a cálculos executados por computadores potentes — os mineradores. Há um limite para a quantidade de cálculos possíveis, isto é, para os bitcoins em circulação. E eles podem ser transferidos de um ponto a outro da internet de maneira verificada pela própria rede de mineiradores e usuários. Assim rolam compras e vendas com bitcoins sem intermédio de bancos ou operadoras.
Quem não tem um supercomputador minerador pode comprar bitcoins. A operação é similar ao trabalho feito por uma casa de câmbio: uma troca de moedas diferentes. Essa era a função realizada pela máquina do Zé Gordo. “Você coloca reais e saca bitcoins”, diz Rodrigo. Atualmente é possível adquirir uma unidade da moeda virtual a cerca de oitocentos reais em serviços online. O próprio Mercado Bitcoin oferece essa opção no seu site.
Quem quiser usar uma máquina de bitcoin pode se dirigir à Coinverse, na Vila Madalena. O equipamento da empresa mais parece um caixa eletrônico. Além de realizar saques de moeda virtual, ele também pode ser usado para saques de dinheiro comum. Nesse caso, basta ter uma carteira virtual com saldo disponível. “O nosso aparelho funciona nas duas vias”, explica Safiri Félix, um dos fundadores da startup. “Tem semanas que ela vende dez mil reais.”
Segundo ele, a máquina é vigiada constantemente por câmeras e um seguro garante o ressarcimento a Coinverse em caso de roubo — ela custa cerca de R$ 70 mil. Levá-la indevidamente é complicado também por causa dos seus trezentos quilos. “A gente não tem essa preocupação porque estamos num espaço que está cheio de gente”, diz Safiri.
Ele e Rodrigo são pioneiros em um terreno ainda nebuloso para quem vê de fora. O lucro de suas companhias vem de taxas sobre as transações, algo que lembra os maus e velhos bancos. No Zé Gordo, o espaço que antes era destinado à máquina de bitcoins agora dá lugar a uma geladeira de cervejas especiais com luzes brancas e acabamento refinado em vermelho.
FONTE VICE
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Guia de Segurança Básico para Bitcoin

Guia de Segurança Básico para Bitcoin
Olá, Este post é para lhe dar uma rápida introdução em segurança de Bitcoin. Enquanto ninguém pode garantir a você 100% de segurança, eu espero mitigar alguns dos problemas que você pode ter. Este é um “20% de esforço para conseguir 80% de segurança”.
Em primeiro lugar, você tem de determinar quanto dinheiro você quer investir em Bitcoin e quanto esforço você está disposto a colocar nisso. Se você está feliz em investir uns poucos dólares e não se importa em perdê-los, esta é uma abordagem a se adotar. Para todos os outros, vamos começar.
Força da Senha
Muitas vezes o quão seguro seu dinheiro está é determinado pela força de sua senha. Uma vez que no pior cenário nós estamos falando sobre alguém tentando invadir sua carteira, senhas online casuais são muito fracas. Senhas com menos de 10 caracteres são muito fracas. Palavras comuns ou frases são muito fracas. Adicionar um número ao final da senha é muito fraco.
Além disso, você pode considerar sua senha muito fraca se você:
Se você realmente quer uma senha forte:
Segurança da Carteira
Agora estamos chegando ao cerne das coisas. Há um grande número de carteiras [http://bitcoin.org/en/choose-your-wallet] disponíveis para guardar seus tão suados bitcoins. Se você tem uma quantia decente de moedas para guardar, você deve buscar softwares de carteiras - BitcoinQT, MultiBit, Armory ou Electrum. Eles são alguns dos melhores lugares para guardar seu dinheiro de forma segurança (uma vez que seu computador seja seguro também). Escolha um que você ache que melhor se adeque a vocvocê, instale-o e criptografe o arquivo de sua carteira com uma senha forte. Você deve fazer back-up de seu arquivo (a localização do arquivo é diferente para diferentes clientes, então você deve fazer alguma pesquisa para descobrir como achar aquele arquivo). Faça back-up em um CD, um USB seguro ou algo do tipo. O guarde em um lugar seguro. Se você perder esse arquivo, você perde seu dinheiro.
Uma palavra rápida sobre carteiras determinísticas [https://en.bitcoin.it/wiki/Deterministic_wallet]. Electrum e Armory permitem que você crie carteira de um “seed” (semente). Se você usar o mesmo “seed” depois, você pode recriar sua carteira em outras máquinas. Com determinadas carteiras, você só precisa manter o “seed” seguro para acessar seu dinheiro. Em comparação, nas carteiras tradicionais do BitcoinQT, cada endereço que você usar é randômico, o que significa que depois que você enviar entre 50 ou 100 transações de saída seus backups podem ficar obsoletos. Sempre mantenha back-up atualizado de tal arquivo carteira se possível.
Ok, às vezes você precisa ter seus Bitcoins quando deixa seu computador. Nesse caso, você deve procurar por carteiras online ou via mobile. Um exemplo para ambos é o Blockchain.info, mas existem outros para serem escolhidos. Uma regra de ouro para essas carteiras é não guardar nelas mais dinheiro do que você esteja disposto a perder. Elas são melhores usadas como uma forma conveniente de ter acesso ao seu dinheiro, mas não para guardar suas reservas.
O que ter em mente quando for usar carteiras online:
Armazenamento Frio (Cold Storage)
Às vezes você quer guardar seus bitcoins por um longo período de tempo em um lugar seguro. Isso é chamado de “cold storage”. Existem umas poucas maneiras de se fazer isso.
Em primeiro lugar, carteiras de papel [https://www.bitaddress.org/]. Eles são legais para dar pequenas quantias de bitcoin como presentes, mas também para armazenamento a longo termo se for usado propriamente. O que você precisa fazer é gerar e imprimi-los offline. Você pode salvar o link da página e a abrir offline, por exemplo. Se você for realmente paranoico, você os pode salvar como mídias de apenas leitura e os acessar de um computador diferente. Para armazenamentos realmente longos, use papeis especiais para arquivos.
Outra abordagem a se tomar é usar computadores separados para armazenar seu dinheiro que ficam a maior parte do tempo offline. Você pode facilmente comprar um velho laptop, formatá-lo, instalar nele o sistema operacional Linux e um cliente Bitcoin. Gere um endereço nessa máquina e envie seu dinheiro para ela através da sua carteira principal. Dependendo de quão paranoico você seja você pode conectar esse computador à internet depois para sincronizar suas informações com a rede Bitcoin e então desligue e deixe-o de lado em algum lugar seguro até que você precise dele.
Carteira na memória (Brain Wallets) Não. Essas não são para você. A não ser que você seja um programador em segurança consciente, essas não são para você. (Este tipo de carteira consiste em se guardar a senha da carteira na memória, logo caso a pessoa esqueça, morra ou fique incapacitada mentalmente, o dinheiro se perde)
Diversificando Manter todos os ovos em um só cesto nunca é algo bom. Você deve buscar diversificar alguns de seus ativos em Bitcoin para o caso de um de seus métodos de armazenamento falharem. Algumas formas para você diversificar:
Como não diversificar:
Aceitando pagamentos com segurança
Nós tratamos formas seguras de se armazenar dinheiro, agora uma nota rápida sobre pagamentos com bitcoins e sua segurança.
Em primeiro lugar, quando você estiver fazendo uma transação, pague suas taxas. Transações sem taxas podem levar uma eternidade para se propagarem, confirmarem e finalizarem. Isso pode gerar um monte de estresse, então, paga suas taxas.
Em segundo lugar, quando aceitar pagamentos altos em Bitcoin (digamos que você, de repente, deseje vender uma barra de ouro em Bitcoins), espere a confirmação de pelo menos uma dessas transações. Seis é o melhor, mas tendo pelo menos uma confirmação é muito melhor do que não ter nenhuma. Esse é a regra de ouro para os paranoicos (Eu não faria isso para transações casuais), mas talvez isso irá protegê-lo se você estiver lidando com pessoas suspeitas.
Resumindo… Isso deve servir para o básico. Se você quiser ler mais sobre segurança Bitcoin no geral, aqui está minha tese de mestrado no assunto[https://bitcointalk.org/index.php?topic=88149.0]. Um monte de perguntas sobre Bitcoin e segurança podem também ser respondidas no Bitcoin StackExchange [http://bitcoin.stackexchange.com/] – faça questão de dar uma olhada nele. Comentários e sugestões são bem vindos.
Traduzido por: Sarah Alexandre Original em: http://www.reddit.com/Bitcoin/comments/1pxy4w/basic_bitcoin_security_guide/
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GLOBO.com Brasília ganha loja física de Bitcoin; SP e Florianópolis são as próximas

A BitcoinToYou, única empresa do Brasil a realizar transações entre o real e a moeda virtual, inaugurou sua segunda loja física no país ontem (21), em Brasília. A primeira a comercializar bitcoins foi aberta em Curitiba, em junho do ano passado, e as próximas deverão ser em São Paulo e Florianópolis, ainda este ano, segundo a empresa.
A unidade monetária Bitcoin (BTC) é uma moeda online que não possui uma gerência central, tendo seus valores descentralizados a partir de transações por rede de compartilhamentos P2P (ponto-a-ponto). Por também não depender de intermediários financeiros, como bancos e instituições reguladoras como o Banco Central, as transações não contam com impostos e possuem taxas menores de transação.
De acordo com o dono da BitcoinsToYou, André Horta, a abertura da loja em Brasília promete ser lucrativa uma vez que a cidade divide com São Paulo o mérito de ser um dos locais com maior volume real de movimentação da moeda no Brasil. Se cidades como Rio de Janeiro e Belo Horizonte também possuem grande número de adeptos da moeda, ainda ficam atrás no quesito de valores movimentados.
Para Adriano Zanella, o franqueado da nova loja, o objetivo é oferecer um espaço seguro com troca de ideias e informações entre funcionários e clientes, aumentando assim o nível de confiança dos brasileiros na moeda virtual.
Se hoje os principais compradores do bitcoin são pessoas que realizam trocas de câmbio para viagens internacionais e usuários de lojas online, a proposta do BitcoinToYou é estimular o comércio convencional a adotar a carteira de bitcoins, assim como já acontece em outras cidades e países. Dell, Amazon, Microsoft e BestBuy são algumas das marcas que aceitam pagamentos com a moeda.
A bolsa de Nova York, coincidentemente, acabou de adotar uma taxa de conversão entre bitcoins e dólares, com a justificativa de interesse dos seus negociantes pela cotação da moeda eletrônica. A loja de Brasília, assim como a de Curitiba, vende cartões pré-pagos e aceita compras através de dinheiro e transferência bancária. Os donos também estudam a possibilidade da venda de bitcoins através de cartão de crédito, adotando até opção de parcelamento.
Além disso, será possível que comerciantes locais recebam em bitcoins e troquem a transação rapidamente por reais, aproveitando as altas e baixas da moeda sem se submeter a prazos e taxas das operadoras de crédito.
Sobre o risco, Adriano não tem dúvida de que se encontra em um negócio seguro e promissor. “No Brasil não é muito comum porque a gente não vê acontecendo, mas várias empresas de sucesso já adotam a transação em bitcoins, que vai ganhando espaço no futuro”, diz ele.
Segurança garantida
André Horta atenta para os cuidados com a segurança do sistema da loja, que possui servidores na Califórnia e na Flórida, além de investimentos em criptografia, certificado SSL e outros métodos que os próprios bancos usam, como autenticação de dois fatores e replicação de dados.
Além disso, há uma reserva de 90% dos valores em poder da empresa em paper wallet, uma garantia física de que a moeda digital não se perderá com uma invasão de software, por exemplo. “Hoje é uma técnica conhecida no mundo todo, todas as exchanges de ponta já usam”, explica André.
Apesar da alta volatilidade do bitcoin, que chega a variar cerca de R$ 30 a R$ 40 por dia, o saque dos valores adquiridos é imediato, de acordo com Adriano, o que aumenta a confiabilidade no sistema. Hoje com uma cotação de 1 bitcoin para cada R$ 758,74, o bitcoin já chegou a variar de US$ 200 a mais de US$ 1.000 em um período de alta na cotação. Os primeiros compradores do sistema, que foi criado em 2009, hoje são hoje milionários.
FONTE GLOBO.COM
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Bitcoin vai mudar a economia mundial?

São Paulo - O economista Fernando Ulrich, de Porto Alegre, descobriu no ano passado o Bitcoin, moeda que circula apenas online, sem a regulação de um banco central.
Cético, em um primeiro momento, Fernando estudou sobre o assunto, virou um defensor da criptomoeda e publicou, em março, o livro Bitcoin – a moeda na era digital. Fernando conversou com a VOCÊ S/A, no mês passado, e conta o que aprendeu sobre o Bitcoin. Para sabe mais sobre a moeda virtual que conquista cada vez mais consumidores, leia a reportagem Crédito, débito ou bitcoin? na VOCÊ S/A de abril.
VOCÊ S/A - O senhor se considera um advogado da causa?
Fernando Ulrich - Independente de ser advogado ou não da causa, estamos falando de uma revolução tecnológica sem precedentes. A criptomoeda é uma resposta do mercado à nossa situação monetária, completamente estatizada.
Se você analisa o mercado, você entende de onde vem o dinheiro, mas a apropriação do dinheiro pelo estado não tem nada a ver com a origem do dinheiro. Pela primeira vez, existe uma alternativa real a essa apropriação.
VOCÊ S/A- Bitcoin é um investimento?
Fernando Ulrich - Do ponto de vista econômico, é um investimento que se assemelha ao ouro. O bitcoin não dá nenhum rendimento. Mas é algo muito recente. Tem pouco mais de cinco anos.
E é importante dizer que não é perfeitamente seguro. Ainda é de alto risco porque o comportamento da moeda é muito instável. Ninguém deve colocar uma parcela significativa do seu rendimento em bitcoin. A confiança na moeda requer tempo. Ao decorrer dos anos, ela vai ganhar essa confiança.
VOCÊ S/A - Então quais são as vantagens da moeda?
Fernando Ulrich - Como ele está em uma rede descentralizada, governo nenhum tem como confiscar a sua carteira. Ninguém pode proibi-lo de enviar ou usar bitcoins como você quiser.
Ele também não pode ser inflacionado por ninguém – nem pelo governo. O bitcoin também está servindo como um estímulo à inovação financeira. As pessoas não precisam da permissão de ninguém para movimentar o próprio dinheiro. Enviar para pessoas em qualquer lugar do mundo, sem precisar pagar as taxas exorbitantes cobradas pelos bancos.
VOCÊ S/A - Esse teor anárquico da moeda não faz com que ela seja usada também em transações ilegais?
Fernando Ulrich - Sim, mas hoje em dia, a esmagadora parte das transações ilegais se dá através de dinheiro físico porque ele é a maneira mais difícil de ser rastreada.
É bem possível que existam pessoas usando bitcoin para transações ilegais, toda transação com bitcoin deixa rastros. É possível saber, pelo sistema, quando e quanto dinheiro foi enviado para cada conta. O bitcoin é uma tecnologia como qualquer outra. Os bancos que estão incomodados. E devem ficar mesmo.
VOCÊ S/A - Por quê?
Fernando Ulrich - Porque com os bitcoins, as pessoas não dependem de nenhuma entidade terceirizada. Ele é muito mais rápido e mais barato. Os comerciantes vão economizar milhares de dólares com as taxas cobradas dos cartões de crédito.
O comércio online entre países vai ficar mais barato, sem as taxas de conversão de real para dólar, por exemplo. As remessas para imigrantes, que hoje são providas por algumas poucas instituições, que cobram taxas de até 10%, vão ficar muito mais baratas. Se os bancos não correrem atrás, vão ficar no prejuízo.
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Diretório Bitcoin

Comércio Local
Há uma grande variedade de formas de comprar bitcoins em sua região. O localbitcoins.com pode ser um bom lugar para começar, se você apenas quer conseguir rapidamente algumas bitcoins com sua moeda local. O site pode oferecer uma gama de formas de comprar e vender bitcoins localmente, mas como sempre, eles podem variar em confiabilidade. Se você tiver medo, usar um mercado Bitcoin ou serviço de carteira web pode ser melhor.
Mercados Bitcoin
Uma mercado bitcoin permite comprar e vender Bitcoin na sua moeda local, bem como utilizar uma vasta gama de outros serviços de transação e especulação para os entusiastas mais avançados, comerciantes e investidores. Devido aos regulamentos de segurança e governamentais relativas à lavagem de dinheiro, há um curto processo de verificação de conta que os novos usuários são obrigados a participar para a maioria dos mercados.
Por que usar um mercado bitcoin? Seus Bitcoins estão seguros com uma troca confiável e estabelecida, e você pode acessar recursos comerciais mais avançados. No entanto, as trocas estão sujeitas a uma maior regulamentação do governo e leis sobre Bitcoin ainda não foram esclarecidas na maioria dos mercados. E verificação de conta significa menos privacidade de conta.
MtGox
Bitstamp
BTC China
BTC-e
Bitcoin.de
CampBX
VirtEx
Bitcurex
Carteiras Web
Uma carteira bitcoin web é uma ferramenta que permite que você envie e receba bitcoins. Enquanto alguns têm recursos mais avançados, eles não vão muito além de trocas bitcoin e são concebidos como uma forma de enviar, receber e gerenciar Bitcoins assim como uma conta bancária. Isto também significa que você deve escolher a sua carteira web como você escolher o seu banco.
Por que usar uma carteira Web? Ao contrário de carteiras de desktop, como a carteira está online você não precisa baixar o blockchain localmente, liberando espaço e energia da CPU em seu PC. No entanto, é importante manter-se atualizado com o serviço de sua carteira para ter certeza de que eles estão operando de forma legítima. A grande maioria age, mas é importante estar atento.
Carteiras de Desktop
Um carteira de desktop pode ser uma maneira mais segura de armazenar seus bitcoins do que uma carteira web porque a carteira é armazenada em seu próprio computador. Você pode enviar, receber e armazenar seus Bitcoins como uma carteira online. Uma carteira de desktop também pode ser criptografada, com cópia para vários dispositivos (como pen drives), e com backup de segurança. Por que usar uma Carteira Desktop? Mais controle e privacidade na gestão de seus fundos. No entanto, você deve baixar e atualizar continuamente o blockchain para realizar transações, o que pode ocupar um monte de espaço em disco e poder de CPU, para não mencionar um longo tempo para download.
Bitcoin-Qt é o cliente Bitcoin original e constrói a espinha dorsal da rede. Ele oferece os mais altos níveis de segurança, privacidade e estabilidade. No entanto, tem menos recursos e é preciso uma grande quantidade de espaço e memória.
Visite o Bitcoin QT
Multibit é um cliente leve que se concentra em ser fácil e rápido de usar. Ele se sincroniza com a rede e está pronto para uso em poucos minutos. Multibit também suporta várias línguas. É uma boa escolha para usuários não técnicos.
Dê uma olhada no Multibit
Armory é um cliente avançado Bitcoin que é executado sobre o Bitcoin-Qt. Expandindo suas características para usuários avançados Bitcoin. Ele oferece muitos recursos de backup e criptografia, e permite armazenamento seguro em computadores offline.
Vá para a Armory
O foco da Electrum é a velocidade e simplicidade, com baixo consumo de recursos. Ele usa servidores remotos que lidam com as partes mais complicadas do sistema Bitcoin, e permite-lhe recuperar a sua carteira a partir de uma frase secreta.
Visite Electrum
Mobile Wallets
Mobile wallets permitem que você carregue seus bitcoins com você no seu bolso. Você pode trocar moedas com facilidade e pagar em lojas físicas por digitalização de um código QR ou usando a tecnologia NFC para realizar pagamentos. Por que usar um Mobile Wallet? Pela facilidade de uso ao fazer pagamentos em lojas físicas, carteiras móveis são a melhor opção. No entanto, elas não são inerentemente muito seguras, então use com cuidado.
O Bitcoin Wallet é um cliente móvel leve para Android e BlackBerry OS. Este cliente não necessita estar associado com qualquer serviço on-line para trabalhar. Ele é compatível com digitalização de código QR e tecnologia NFC.
Faça uma Bitcoin Wallet
Blockchain.info é uma carteira híbrida web para celulares. Ele também está disponível para iPhone em um modo restrito para atender às políticas de segurança da Apple. Ele inclui muitas características do blockchain.info como o backup de carteira web.
Vá para o Blockchain.info
Coinbase é um serviço de carteira web que visa ser o mais fácil de usar. Ele também fornece um aplicativo Android Ed carteira web, ferramentas de comércio e integração com contas bancárias nos EUA para comprar e vender bitcoins.
Experimente o Coinbase
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Ferramentas Úteis
Um dos melhores aplicativos do iPhone sobre cotações de preços BTC, simples e limpo. Download Zeroblock
Um aplicativo web simples que permite que você veja a taxa de câmbio do Bitcoin e converta qualquer quantia de ou para a moeda de sua preferência. Visite o preev.com
Mineração Bitcoin
A um nível técnico, mineração do Bitcoin é tão simples como executar um software de mineração em uma variedade de dispositivos, a partir de seu telefone celular para hardwares caros e com dedicação exclusiva. Uma mineração Bitcoin mais séria é feita por mining pools, com grupos de pessoas que unem seu poder de hardware para aumentar a velocidade com que eles podem minerar.
O software apenas resolve problemas matemáticos cada vez mais complexos, que é o mecanismo para aumentar o número de Bitcoins em circulação. Mineração de Bitcoin é uma parte essencial do sistema do Bitcoin, mas certamente não é o seu bilhete premiado para ficar rico da noite para o dia.
Segurança
Enquanto o Bitcoin é uma moeda respeitável e descentralizada, cabe a você manter seus Bitcoins seguros, especialmente pelo fato de transações do Bitcoin serem de caráter não reembolsável. Se isso soa assustador, não se preocupe - esses guias e sites irão lançar alguma luz sobre a segurança carteira e aprofundar um pouco mais sobre as técnicas utilizadas para manter o Bitcoin blockchain seguro.
Bitcoin Security
Wallet Security
Soluções Comerciais
Tradução por: Sarah Alexandre
Original em: http://www.bitcoins.com/directory
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Crédito, débito ou bitcoin?

São Paulo - O empresário Rodrigo Souza, de 34 anos, mudou-se para os Estados Unidos em 2008 e colocou seu apartamento em Santos à venda no ano passado. Nada de excepcional, não fosse a única forma de pagamento aceita: bitcoin.
Como mora em outro país, essa é, segundo ele, a melhor maneira de receber o dinheiro sem pagar as altíssimas taxas de remessa ao exterior — que podem chegar a 10% do valor de venda — ou do imposto sobre operações financeiras (IOF), que no fim do ano passado chegou a 6,38%.
Essa transação não é novidade para Rodrigo. Sócio de uma empresa de vídeos publicitários de animação, a MindBug Studios, Rodrigo tem colaboradores espalhados por quatro países. Seus empregados no Brasil e na Argentina recebem o salário em bitcoins.
“Tentei pagá-los via PayPal (serviço online de pagamentos), mas as taxas sequestravam boa parte do dinheiro. Com o bitcoin, eles recebem o salário integral e descontam os impostos nos países onde moram”, diz. Rodrigo também aceita, e até prefere, essa moeda como forma de pagamento pelos serviços prestados por sua empresa. “O dinheiro chega mais rapidamente e eu me livro das taxas”, afirma.
O empresário usa bitcoins principalmente como forma de transferir dinheiro e mantém cerca de 20% do patrimônio na moeda virtual. “Como o valor é muito volátil, prefiro transferir o resto para dólar, por garantia”, explica.
O bitcoin é uma moeda que circula apenas online, sem a regulação de um banco central e com transações encriptadas, ou seja, transmitidas em códigos, para dar segurança ao usuário e manter anônimas suas informações. Cada unidade valia, no início de abril, 446 dólares.
No dia 19 de novembro a moeda havia chegado a 545 dólares. Dez dias depois, estava cotada em 1 023 dólares. Essa instabilidade é um dos principais argumentos dos economistas que afirmam que o “bit­coin é algo mais parecido com loteria do que com moe­da”. A frase é do professor de finanças da FGV Samy Dana.
“Uma moeda precisa armazenar e conservar valor, mas o bitcoin oscila mais de 20% em um único dia”, diz Samy. Outra questão é a falta de uma autoridade monetária. “Não existe uma agência central reguladora. Isso deixa o bitcoin praticamente à margem da lei”, diz o professor de finanças do Ibmec do Rio de Janeiro Nelson de Souza.
Entretanto, há quem defenda que o bitcoin seja a moeda do futuro. No fim do ano passado, Ben Bernanke, então presidente do Federal Reserve, o banco central americano, enviou uma declaração ao Comitê de Segurança Nacional do Senado reconhecendo que o bitcoin “pode ser uma promessa, particularmente se as inovações que ele traz forem capazes de promover um sistema de pagamento mais rápido, seguro e eficiente”.
O Departamento de Justiça americano também emitiu um co­municado oficial informando que as operações com bitcoin são um meio legal de troca. “O Departamento de Justiça reconhece que muitos sistemas monetários virtuais oferecem serviços financeiros legítimos e possuem potencial para promover um comércio global mais eficiente.”
No Brasil, só 52 estabelecimentos estão no coinmap, o mapa que mostra quem aceita bitcoins. Parece pouco, mas esse número dobrou desde o fim do ano passado. O engenheiro da computação de Belo Horizonte Eduardo Camponez, de 33 anos, deve aumentar essa lista.
Ele convenceu uma escola de inglês online a aceitar bitcoins. Eduardo começou a estudar o bitcoin no fim do ano passado e já usou a moeda virtual para comprar em sites como Amazon. Para ele, a principal vantagem dela é ficar livre de intervenções de governos e bancos.
Esse aspecto, no entanto, preocupa autoridades do mundo todo. Um bom exemplo disso foi o que aconteceu em 2010, quando o governo americano tentou fechar o WikiLeaks, site que vazou documentos confidenciais da Casa Branca sobre a guerra no Afeganistão.
Como punição, o governo americano proibiu que bancos e operadoras de cartões de crédito transferissem dinheiro ao site, que vive de doações. Foi então que o WikiLeaks começou a receber doações em bitcoins, que não podem ser bloqueadas nem rastreadas pelas autoridades.
Na rede, é possível visualizar quanto e quando o dinheiro foi transferido, mas as contas que o enviaram e o receberam permanecem anônimas. Com base nessa premissa, Charlie Shrem, criador da BitInstant, empresa de negociação da moeda virtual, foi preso em janeiro, acusado de um esquema de venda de bitcoins para usuários do Silk Road, mercado negro online que vende drogas e armas ilegalmente.
A origem do bitcoin é incerta. Acredita-se que ele tenha sido criado em 2008 por Satoshi Nakamoto, programador japonês de 64 anos radicado nos Estados Unidos. No mês passado, a revista americana Newsweek tentou confirmar a informação, que foi negada por Satoshi.
Mais misteriosa ainda foi a forma como, em fevereiro, a Mt. Gox, maior bolsa para troca de bitcoins no Japão, anunciou que 300 milhões de dólares na moeda virtual foram roubados por hackers. “Fraudes acontecem com qualquer moeda”, diz Eduardo Camponez.
O bitcoin é considerado por seus defensores uma resposta à alta carga tributária e ao excesso de regulação do sistema monetário. “Ela representa uma revolução sem precedentes no sistema bancário mundial”, diz o economista Fernando Ulrich, autor do livro Bitcoin — a Moeda na Era Digital. Já há centenas de criptomoedas criadas a partir do código-fonte do bitcoin.
A ripple, uma delas, já recebeu aportes milionários de investidores como o Google Ventures. Na dúvida, talvez seja bom se acostumar com a ideia de ter uma carteira digital. Ela pode se tornar uma realidade na sua vida num futuro bem próximo.
Entenda como são feitas as transações com essa moeda virtual
O que é: Uma moeda que só circula online, com transações feitas em códigos para proteger a identidade de seus usuários
Bitcoin: As transferências, mesmo que internacionais, são feitas diretamente entre os usuários, sem taxas.
Moeda convencional: Operações com cartões de crédito e débito ou transferências de dinheiro passam pelos bancos.
Como encher a carteira
Vendendo
• Vendendo produtos, em lojas e sites, e aceitando bitcoins em troca.
Comprando
• Comprando a moeda de outras pessoas em sites como LocalBitcoins.com ou em casas de câmbio especializadas.
Minerando
• Resolvendo problemas matemáticos gerados pelo software do bitcoin, usado para autenticar as transações com a moeda na internet. Quem soluciona primeiro os problemas é recompensado com um pagamento em bitcoins pelo serviço prestado aos demais usuários.
Essas pessoas são chamadas de mineradoras, porque “garimpam” seus bitcoins em vez de comprá-los.
Saiba como uma compradora nos Estados Unidos faria para adquirir com bitcoins um par de sapatos de uma loja na Itália e como a operação é validada pelos membros da rede
1 O primeiro passo é criar uma carteira virtual em sites como Coinbase e Multibit. Cada conta dá acesso a uma série de endereços, cada um formado por uma sequência de letras e números.
2 Quando visita um site de compras e decide adquirir um produto em bitcoins, a compradora recebe do vendedor um endereço.
3 O passo seguinte será entrar em sua própria carteira virtual e usar sua assinatura digital — uma espécie de senha — para autorizar a transferência para o endereço gerado pelo vendedor.
4 Cada transação gera um problema matemático, que precisa ser solucionado pelos mineradores para que a operação seja finalizada. Os mineradores emprestam a capacidade analítica de seus computadores para a rede e, como forma de bonificação, recebem 25 bitcoins por operação completada.
5 Para cada transação, é gerada uma chave pública — uma senha que permite a qualquer membro da rede verificar se a operação é válida, embora ninguém possa identificar os envolvidos nela.
Confira abaixo as vantagens e as desvantagens envolvidas no uso do bitcoin
Vantagens
• É possível enviar dinheiro para qualquer lugar do mundo sem pagar as altas taxas de transferência cobradas pelos bancos.
• Qualquer membro da rede pode ver quais transações foram feitas, o que reduz a possibilidade de fraudes. O valor e o horário das operações são registrados, mas os usuários permanecem anônimos — a menos que alterem seu nível de privacidade.
• No Brasil, só 52 estabelecimentos admitem bitcoins como forma de pagamento. Parece pouco, mas esse número já é o dobro do que existia até o fim do ano passado.
• É possível trocar reais por dólares ou qualquer moeda estrangeira sem incidência do imposto sobre operações financeiras (IOF), que chegou a 6,38% em 2013. Basta comprar bitcoins com moeda nacional e vendê-los na moeda desejada.
Riscos
• Não há a quem recorrer em caso de fraude ou quebra de uma casa de câmbio de bitcoins.
• Como não é uma moeda regulamentada, o valor do bitcoin pode oscilar mais de 100% em um dia. Sua alta volatilidade faz com que ele não seja indicado como investimento.
• Assim como qualquer coisa que só existe o mundo virtual, carteiras e contas podem ser invadidas por hackers.
• Ainda são poucos os estabelecimentos ou prestadores de serviços que aceitam essa moeda
Fonte EXAME
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O QUE VEM DEPOIS DO BITCOIN?

O bitcoin parece estar em toda parte. Programas de TV aberta, revistas de economia, amigos no Facebook e até outdoors em avenidas “falam” dele (nesse último caso, numa campanha de entusiastas, em São Francisco, nos Estados Unidos). A cotação da moeda virtual decolou de menos de US$ 1, em 2009, para quase US$ 1 mil, nas últimas semanas. O BTC – esse é o código comercial – já serve para comprar quase tudo, de sanduíches orgânicos a viagens ao espaço. Seja ele o dinheiro do futuro ou uma nova bolha especulativa, uma coisa parece certa: a porta que foi aberta, pela qual o mundo enxergou uma forma mais flexível de fazer transações online, não se fechará mais. Um batalhão de novas moedas digitais e tecnologias promissoras já aproveita o embalo para avançar rumo a essa prometida nova ordem monetária.
O bitcoin mostrou que é possível existir uma moeda descentralizada, não regulada por governos ou bancos centrais. O mérito de seu criador, uma figura desconhecida que usava o pseudônimo de Satoshi Nakamoto, foi formular um elegante preceito matemático que garante a segurança do sistema. Funciona assim: cada transação é validada por um grande número de computadores de usuários (os mineradores) pelo mundo, de forma que ninguém tenha capacidade de processamento maior que essa rede (para evitar operações fraudulentas). Como recompensa, esses usuários recebem novos bitcoins, que serão criados até o limite de 21 milhões de unidades, por volta do ano de 2140. Além disso, todas as transações ficam registradas numa espécie de lista pública.
Entusiastas afirmam que a grande contribuição do BTC foi cultural. Ele uniu uma vasta rede de pessoas interconectadas por uma causa que agora parece ser o futuro inevitável: usar a internet para enviar dinheiro, com menos taxas e burocracia. Se olharmos em perspectiva, ainda que exista essa profusão de seguidores, o bitcoin é coisa de nicho. Para se tornar um novo dólar ou euro, há alguns empecilhos. Primeiro, é difícil de usar. Mandar e receber moedas significa ter de lidar com conceitos como blockchain e public ledger, além de chaves necessárias para cada transação, coisas como 17EC4TXZRzr4UbmrkMc7gUEuCtn73xhTeN.
Também existem questões como a alta volatilidade, a suspeita de que milhares de chineses andam especulando com a moeda e, principalmente, os problemas de uso criminoso do dinheiro virtual. O caso mais notório envolveu o Silk Road, um supermercado online de drogas e armas fechado em 2013, no qual o BTC – por permitir anonimato – era a moeda corrente.
Por todos esses problemas, o bitcoin pode vir a confirmar uma conhecida tese sobre produtos de sucesso: o pioneiro raramente se torna o líder do mercado. Google, Facebook, Apple e outras empresas vencedoras não inventaram seus produtos – já existiam buscadores, redes sociais e computadores antes. Assim como a Coca não inventou o refrigerante e o McDonald’s não foi a primeira lanchonete a vender hambúrgueres. (Cabe a observação: o bitcoin não foi a primeira moeda digital, mas criou os conceitos que agora são usados por todas as outras, por isso é vista como pioneira.)
Como era previsível, várias candidatas já estão no jogo para tentar ser a Apple ou o Facebook dessa teoria. Receberam até um nome na comunidade dos internautas: criptomoedas 2.0 (veja o quadro abaixo). Ainda que nenhuma possa ser declarada vencedora, cada uma expande a seu modo os caminhos para o futuro do dinheiro. “As moedas digitais marcam uma mudança significativa no sistema financeiro, porque são capazes de prover uma cadeia de troca de valores descentralizada”, diz David Furlonger, vice-presidente da consultoria Gartner Group e uma das maiores autoridades em futuro das finanças. “Mas, no momento, nenhuma delas é mais relevante que as outras. O hype em torno do bitcoin é apenas isso: hype.”
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Na última contagem do site coinmarketcap.com existiam cem moedas digitais, com nomes como quark, mastercoin ou devcoin. Juntas, somam por volta de US$ 10 bilhões em circulação. Quase todas são versões modificadas do bitcoin. A maioria também usa a mineração digital. Entre as que se destacam está o litecoin (ou LTC). Sua contribuição: pode ser minerada por computadores comuns, enquanto o bitcoin acabou restrito a donos de supermáquinas – o que pode criar distorções no futuro. Assim, o tempo para uma transação ser confirmada cai de dez minutos (no BTC) para dois e meio (no LTC), em média.
“Essa segunda geração tem moedas lançadas por companhias bem financiadas e com fundadores experientes, inclusive alguns que participaram da história do bitcoin. O dinheiro graúdo chegou à nossa área, permitindo que mais camadas de segurança e inovação sejam adicionadas”, diz Chris Larsen, CEO do Ripple Labs, que cunhou a moeda digital ripple.
O ripple também tem se destacado. Já é a segunda maior em volume circulante (juntas, ela e o BTC formam quase 90% dos US$ 10 bilhões virtuais). Recebeu aportes de investidores badalados do Vale do Silício, como o Google Ventures, o Founder’s Fund e o Andreessen Horowitz. O ripple, na verdade, são duas coisas. É uma moeda baseada em matemática (como o bitcoin), cujo símbolo é XRP. Mas também é um novo protocolo financeiro para a internet. Para entender, vale uma comparação entre dinheiro e e-mails. São os protocolos de e-mail que permitem que um usuário do Hotmail, por exemplo, mande mensagens para um do Gmail, de graça e instantaneamente. O ripple quer fazer isso entre moedas e bancos.
Quem cria uma “carteira ripple” pode mandar, por exemplo, US$ 1 mil para uma sobrinha na Austrália com razoável facilidade – e com taxas na faixa de 0,5%. Mas também pode mandar ouro, milhas aéreas, café e qualquer coisa que tenha um valor acordado. Inclusive bitcoins. “Dá para fazer pelo próprio banco, até sem saber que por trás da operação estará o protocolo”, diz Larsen. “Antes do bitcoin, ninguém achava que era possível fazer transações pela internet sem um operador central. Agora o mundo sabe como fazer isso. Mas estamos apenas na pré-história dessa evolução”, afirma. No momento, o protocolo já opera mais de 50 moedas e existem 65 mil contas criadas – número que, segundo Larsen, cresce 7% por semana.
Assim como o ripple, outra moeda, chamada next (símbolo: NXT), traz uma inovação importante: ela permite que você adicione novas funcionalidades aos protocolos. Por exemplo, criar contratos. Eles podem servir para executar pagamentos de um serviço, ou fazer operações parecidas com um “débito automático”, mas para a transferência de valores. Como são plataformas de código aberto, permitem que qualquer contrato seja criado, dependendo só da habilidade do programador.
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Para mandar dinheiro entre pessoas, protocolos como os do ripple ou do next encontram ordens de compra e venda – como no sistema financeiro – e acham um caminho para mandar o dinheiro. Por exemplo: podem usar ordens de venda de reais e compra de XRPs no Brasil, depois outras de venda de XRPs e compra de dólares na Austrália. “Ele acha o caminho mais ‘barato’ para o usuário, não importa quais moedas serão usadas”, diz Rafael Olaio, fundador da Rippex, a primeira casa de câmbio de ripple do Brasil, prevista para entrar no ar este mês. A ideia de usar moedas digitais para triangular moedas convencionais e permitir o envio de euros ou dólares para outros países, ao que parece, será uma das principais heranças do bitcoin.
Outra moeda virtual que aparece entre as mais usadas é o dogecoin, cujo símbolo é um cachorrinho. Assim como o litecoin, é uma filha direta do bitcoin. Mas avança numa direção crucial: sair da obscuridade. Ela é negociada numa casa de câmbio – chamada Cryptsy – regulada pelo Departamento do Tesouro dos EUA. “No caso do ripple no Brasil, para abrir uma conta vai ser preciso mandar RG, CPF e comprovante de filiação. Quero me preparar para quando a regulamentação chegar”, diz Olaio.
A regulação, a propósito, é um aguardado capítulo do futuro das moedas virtuais. Ainda que não dependam de governos para nascer, os legisladores podem banir ou restringir seu uso num país. “No Brasil, ainda não há discussão regulatória consistente sobre o tema”, diz o advogado Marcelo Godke Veiga, que acompanha a questão. “O Banco Central sequer definiu se essas moedas serão consideradas moedas. Nos EUA, já existe a decisão de um tribunal de que o bitcoin ‘pode ser entendido’ como moeda.”
A aceitação dos bancos será outro momento crítico. “Tenho falado com bancos de diferentes países e eles estão mudando a postura: de ‘avaliando’ para ‘considerando integrar com o sistema’”, afirma Larsen. “Os bancos ainda tentam proteger suas formas tradicionais de mandar e receber dinheiro. Mas terão de se adaptar. No futuro, acredito que eles serão um misto de empresa de tecnologia e de marketing”, diz Furlonger. A Febraban, que representa os bancos no Brasil, não quis falar sobre o tema.
Alheias aos bancos, milhares de pessoas usam os dinheiros formados por zeros e uns. Qual será dominante? Talvez nem seja essa a questão. “A grande contribuição dessas moedas é mostrar o potencial da internet para a troca de valores, ainda que se usem as moedas ‘antigas’. Ninguém deve ser forçado a adotar uma nova moeda, nem acho que isso possa acontecer. A ideia importante é usar a internet para trocar valores”, diz Larsen. “O que a ascensão do bitcoin deixou claro é que as pessoas querem mais flexibilidade para mandar e receber dinheiro”, afirma Furlonger. Mesmo se não for a moeda do futuro, o bitcoin pode ter definido o futuro das moedas.
FONTE EPOCA NEGOCIOS
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Hackers roubaram US$ 40.000 do maior serviço de carteira de Bitcoin do mundo

Se você pensa em mergulhar no maravilhoso mundo do Bitcoin, é bem provável que você comece pelo Coinbase, um dos serviços de carteira digital com melhor reputação por aí e que é responsável por cerca de US$ 15 milhões em transações de Bitcoins todos os meses. Como um editor do TechCrunch disse, “é aquele que eu recomendaria para a minha mãe usar.” Mas mesmo o melhor do Bitcoin pode ser alvo de ladrões, e, como o descobriu o The Verge, isso custou aos seus usuários até US$ 40.000.
Um usuário chamado Jeff confirmou ao The Verge que hackers conseguiram coletar 10.6 Bitcoins (cerca de US$ 10.000) da sua carteira do Coinbase em dezembro passado. Ele conseguiu recuperar o dinheiro, mas, quase um mês depois, foi vítima de outro ataque, e desta vez perdeu mais US$ 7.000 além dos outros US$ 10.000. Desta vez, conseguiu recuperar os US$ 7.000 adicionais, usados pelo hacker para fazer uma nova compra de Bitcoins, mas os 10.6 Bitcoins originais foram perdidos. O Coinbase se recusou a devolver o dinheiro pela segunda vez.
E Jeff não é o único. Pelo menos outros dois roubos aconteceram no Coinbase recentemente totalizando mais US$ 21.000. A questão é, não é que o Conbase é necessariamente um serviço vulnerável; é a sua API, o código que garante a programadores direitos de acesso. Parte do apelo do Coinbase é que, de acordo com o The Verge, “a chave API correta permite a qualquer programa mover Bitcoins entre determinadas contas.” Então assim que a chave for comprometida, hackers ganham acesso e podem fazer o que quiserem com a sua conta.
Mais do que apenas a API do Coinbase, no entanto, a natureza anônima do Bitcoin em si faz com que as transações reversas sejam impossíveis e lavagem de dinheiro seja muito simples. Então mesmo que o apelo do Bitcoin esteja em uma forma anônima e não-rastreável de pagamentos, tenha em mente que isso pode não ser uma solução infalível. [The Verge]
O Coinbase explicou o acontecido:
Há algumas semanas, ficamos sabendo que uma pequena quantidade de usuários do Coinbase foi vítima de ataques de phishing, que resultaram em bitcoins sendo retirados de suas contas. Phishing infelizmente é uma ocorrência comum na internet – de instituições financeiras a processadores de pagamentos e varejistas.
Mesmo que tenhamos medidas de segurança ainda mais restritas do que alguns sites de online banking, ainda existem alguns passos que nós como empresa podemos tomar para as contas do Coinbase ficarem ainda mais seguras do que a média. Implementamos diversas medidas para aumentar a segurança, incluindo autenticação em dois passos ampliada, medidas feitas para ajudar a diminuir a possibilidade de incidentes bem sucedidos de phishing no futuro. Também adicionamos um passo de verificação de por email para ações de chaves, como quando uma chave API é ativada.
Vamos continuar a trabalhar para garantir que consumidores consigam se sentir seguros usando o Bitcoin. O Bitcoin oferece inúmeras oportunidades em segurança para pagamentos online. Também encorajamos consumidores e agirem com cautela quando clicarem em links para instituições financeiras ou serviços de pagamento online. Evitarem, em particular, clicar em links suspeitos, e atualizarem sempre o navegador. Esses passos vão ajudar a evitar a maioria dos ataques de phishing.
FONTE gizmodo
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